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Passando adiante May 30, 2007

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O Tordesilhas foi indicado pela Vanessa e pelo Milton Ribeiro para o Thinking Blogger Award.  Esta é uma corrente da qual acho que vale a pena participar e fico feliz de estar em tão boa companhia. Faço a minha parte então e deixo abaixo minhas indicações:

Diário de Lisboa

O Sofá Verde

Blog do Alon

Sergio Leo

Maurício Santoro

Ferrez

Novelão venezuelano - UPDATE 2 May 28, 2007

Postado por tordesilhas em : Política , 4comentários

venezuela.jpgE Chavez cumpriu sua promessa. A RCTV saiu do ar à meia noite deste domingo, encerrando 53 anos de transmissões desta que era a mais antiga e popular rede de TV da Venezuela. Menos de meia hora depois, entrou no ar a Tves, a nova rede que vai substituir a finada RCTV. Durante todo o dia houve muita confusão e marchas de protesto e de apoio à medida de Chavez. Um aspecto da questão que começou a ser explorado por alguns analistas na Venezuela tem a ver com o fato de que no mesmo dia em que se expirou o prazo de funcionamento da RCTV, outras concessões que também venciam neste dia 27, como a da segunda rede privada de TV, a Venevisión, foram renovados por Hugo Chaves. O estranho é que a Venevisión pertence ao magnata Gustavo Cisneros, um dos principais arquitetos e financiadores do golpe de estado de 2002 e que, depois da derrota do movimento, “reconstruiu” suas relações com o governo de Chavez. Seria interessante saber a que tipo de “acordo” chegaram Hugo Chavez e Gustavo Cisneros depois de uma reunião de “reconciliação” em 2004 intermediada por Jimmy Carter. O fato concreto é que depois disso o tom crítico da Venevisión ao governo chavista diminuiu ao mínimo, a ponto de a rede praticamente ignorar os protestos contra o fechamento da RCTV. Como “prêmio”, a Venevisión será a principal beneficiada com o fechamento da RCTV, cujas verbas publicitárias deverão migrar para o canal. Teoria da conspiração? Na verdade, se trata do mesmo jogo sujo político de sempre.

Novelão venezuelano - UPDATE May 24, 2007

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chavez2.jpgA decisão de Hugo Chavez de não renovar a licença de funcionamento da rede de televisão RCTV continua gerando protestos, mesmo entre organizações de esquerda. O Foro por la Vida, uma coalizão de organizações venezuelanas de Direitos Humanos, está distribuindo para sua rede de simpatizantes dentro e fora da Venezuela um comunicado no qual condena de maneira clara a atitude ditatorial de Chavez. O comunicado é explícito ao denunciar o caráter arbitrário e discriminatório da medida e lembra que neste mesmo dia 27 de maio vencem outras concessões de meios de comunicação, as quais serão renovadas. A desculpa de que a medida contra a RCTV se deve ao fato de que a rede apoiou o golpe de Estado contra Hugo Chavez também não se sustentaria porque nunca chegou a ser aberto formalmente um procedimento jurídico contra ela.  O comunicado ressalta que:

“Esta medida constituye un precedente negativo y riesgoso puesto que a futuro queda la libertad de expresión a la sombra de la discrecionalidad de los funcionarios de turno, dependiendo de lo critico o no que sea un medio ante los poderes públicos y puede estimular la autocensura con lo cual se perjudica a todas las personas en su derecho a estar informadas y expresarse.”

Leia o texto completo aquí.

Aliás, se alguém ainda tem dúvidas sobre o projeto autoritário de Hugo Chavez basta ter em conta que atualmente o Congresso venezuelano, controlado pelos chavistas, está examinando uma série de novas leis que darão poder ao Executivo de controlar diretamente vários aspectos importantes da vida nacional. Um exemplo é a “Lei de Cooperação Internal”, que foi aprovada em primeiro turno no ano passado e que, na prática, dá poder ao governo de controlar a maneira como as ONGs trabalham no país.

Como sempre, a Lei se traveste como um mecanismo para dar “transparência” ao setor não-lucrativo venezuelano, mas o que quer mesmo é pôr uma mordaça em qualquer possibilidade de pensamento que divirja do catecismo bolivariano. Entre outros pontos a nova Lei, se aprovada, permitirá ao Executivo determinar que tipo de  cooperação internacional é aceitável e que organizações estariam qualificadas para receber recursos do exterior. Isto significa, no final, que o governo determinará que organizações devem existir ou não na Venezuela.

Esta ação se conjuga com outro artigo da Lei que obrigará a todas as ONGs a se recadastrarem em um novo sistema que será manejado pelo governo. Isto apesar de que as ONGs, como qualquer entidade jurídica, já estão registradas nos órgãos competentes. Outro ponto importante é que está prevista a criação de um “Fundo de Assistência e Cooperação Internacional” que será gerenciado por um “órgão autônomo”, em nome das organizações da sociedade civil. Evidentemente o governo é que terá o poder de determinar de determinar de onde virão os recursos para o tal fundo, como serão administrados, em que serão invertidos, e quais organizações se beneficiarão dele.

Outra forma pouco sutil de controlar as organizações da sociedade civil prevista na Lei é a determinação de que o Governo pode exigir a qualquer momento, e sem nenhuma razão prévia, informações detalhadas sobre suas atividades, como estão organizadas e a origem de seus fundos. Evidentemente, se for encontrado algo que, no entendimento do governo, pode ser interpretado como atentatório aos interesses do país, a ONG poderá ser fechada. Como esta interpretação é sempre muito subjetiva, já se pode imaginar qual é a utilidade prática deste artigo: calar a boca de qualquer organização que se atreva a criticar a linha política e as práticas bolivarianas.

Enfim, dizer que Hugo Chavez está construindo uma nova via de governo democrático só pode ser uma piada de mau gosto. É a velha receita da ditadura populista-personalista de sempre, a mesma novela latino-americana. Só que desta vez amparada pelos petrodólares, cujos benefícios em vez de ser usados para construir uma economia mais forte e que realmente beneficie aos venezuelanos e sedimentar bases econômicas mais sustentáveis ao longo do tempo, estão sendo desperdiçados na sustentação da ditadura chavista a qual, o que é pior, ainda se disfarça de democracia. 

Novelão venezuelano May 24, 2007

Postado por tordesilhas em : Política , 3comentários

Venezuela372.jpgO que aconteceria se o governo resolvesse não renovar a licença de funcionamento da TV Globo e a “Vênus Platinada” tivesse de sair do ar permanentemente quase que de uma hora para a outra? Sem  Jornal Nacional, Fantástico, novelão das Oito, minisséries, Esporte Espetacular etc e tal. É mais ou menos isso que vai acontecer na Venezuela a partir do dia 27, quando espira a licença de funcionamento da RCTV, a principal rede de televisão venezuelana, com 53 anos de existência e índices médios de ibope que superam os 40%.

A RCTV, como a sua homóloga Globo, é claramente identificada com as elites que dominaram a Venezuela por décadas. Foi uma das quatro redes que apoiaram abertamente o golpe de Estado que em 2002 tentou tirar Hugo Chavez do poder a força. Em um episódio muito parecido com momentos históricos similares no Brasil, elas chegaram a tentar ignorar as massas que foram para as ruas defendendo o presidente.

Esta postura crítica ao governo (que chega a o ponto de manipular as notícias, segundo seus detratores), aliada aos seus altos índices de ibope, puseram a RCTV na linha de tiro de Hugo Chavez. No processo de conseguir a hegemonia do projeto político ”bolivariano”, era fundamental calar a rede. Tanto é assim que, quando a RCTV sair do ar praticamente não sobrará espaço para crítica ao regime, já que as TVs estatais seguem o modelo típico de países autoritários, com imagens do povo feliz nas ruas e discursos intermináveis do “Grande Líder”, vomitando suas diatribes. Das três redes de TV privada que sobram  apenas uma, a Globovision, mantém ma postura crítica, mas alcança somente 10% do ibope.

Certamente do lado da RCTV não existem santos. É uma rede, de novo como a Globo, claramente identificada com um projeto político e econômico que foi dominante durante grande parte da história da Venezuela. Mas o precedente aberto por Chavez é muito perigoso. Mesmo porque sua decisão não tem nada que ver com um movimento para “democratizar” a informação e a cultura, ou algo pelo estilo. Muito pelo contrário, o que ele quer é a supremacia e o controle sobre uma parcela significante do imaginário coletivo venezuelano. Tudo para viabilizar, no longo prazo, seu projeto bolivariano. Nada diferente do que almeja qualquer ditadura digna do nome.

E o pior é que a medida de Chavez é defendida por muitos intelectuais, como Ignacio Ramonet, o diretor francês do Le Monde Diplomatique, e Tariq Ali, o famoso ativista político britânico. Se bem que deles não se poderia esperar uma postura muito diferente. Em entrevista ao The Guardian, Tariq Ali defendeu a decisão de Chaves porque a RCTV é um canal que estava abertamente defendendo a queda de um “governo eleito democraticamente”. Pausa para o vômito.

O interessante é que uma boa parte dos venezuelanos está se lamentando, na verdade, de que a partir de agora vão perder as novelas produzidas pela RCTV, exportadas para todo o continente latino-americano. A Fundação Teves, que vai substituir a rede prestes a ser fechada, promete seguir produzindo suas próprias novelas, com um “conteúdo cultural” apropriado aos novos tempos bolivarianos. Ou seja, em vez de “Mi Prima Célia”, dramalhão que estreou com grande sucesso há duas semanas, deverá entrar algo como “Mi papá Hugo”.

Minha lista May 23, 2007

Postado por tordesilhas em : Geral , 7comentários

A Vanessa me desafiou e para não fazer feio, segue abaixo a minha lista:

Sete coisas que faço bem:
1. cheese cake
2. escrever
3. fotografar
4. café
5. massagem
6. cafuné
7. caipirinha

Sete coisas que não faço e não sei fazer:
1. andar de bicicleta
2. roubar
3. fazer barulho com a mão no sovaco (nunca consegui aprender esta arte).
4. andar de cabeça para baixo (outra coisa que nunca consegui aprender)
5. tocar violão
6. cantar (sou desafinado até para cantar “parabéns pra você”)
7. falar francês

Sete coisas que me atraem no sexo oposto:
1. seios (bunda já é hours concours)
2. pele macia
3. corpo cheiroso
4. senso de humor
5. inteligência
6. caráter
7. “sexto sentido”

Sete coisas que não suporto no sexo oposto:
1. as “fases”
2. burrice
3. mau humor
4. desleixo (pêlo no sovaco, tô fora)
5. ciúme exagerado
6. tpm
7. mau hálito

Sete coisas que digo com freqüência:
1. que merda!
2. rapadura é doce mas não é mole, não!
3. caralho…
4. certamente….
5. é mesmo…
6. faz sentido…
7. tá foda…

Sete atores/atrizes que eu gosto:
1. Robert de Niro
2. Robert Carlyle
3. Fernanda Montenegro
4. José Lewgoy
5. Helen Mirren
6. Jack Lemmon
7. Paul Newman
8. Ian McKellen

Sete atores/atrizes que eu detesto:
1. Mickey Rourke
2. Sylvester Stallone
3. Nicolas Cage
4. Ted Dansom
5. Carolina Dieckmann

Sete (ou mais) filmes que eu adoro:
1. Blade Runner, do Ridley Scott
2. Retratos da Vida, de Claude Lelouch
3. La Dolce Vita, de Felini,
4. Bye, bye, Brasil, do Cacá Diegues
5. Manhattan, do Woody Alen
6. Ricardo III, do Richard Loncraine, com o imbatível Ian McKellen no papel titulo.
7. Asas do Desejo, Wim Wenders
8. Os incompreendidos, do Truffaut. A seqüência final, da praia, volta e meia povoa as minhas lembranças.
9. Toda a seqüência do Poderoso Chefão.

Sete filmes que eu detesto:
1. Toda a série do Rambo (hours concours)
2. Highlander II. Talvez a pior seqüência que já vi.
3. Anaconda. Sem comentários.
4. Batman & Robin. O filme gay do Joel Schumacher
5. A Bruxa de Blair. Honestamente? Um lixo.
6. Cobra, com o Stallone (só mesmo na sessão Coruja e muita insônia).
7. Popeye, do Robert Altman com o Robin Williams no papel- título. Eu que já não gostava do desenho da TV passei a detestar depois de ver este filme. Não dá nem para acreditar que foi dirigido pelo Altman.

Sete livros favoritos:
1. Memórias de um cabo de vassoura, do Orígenes Lessa. Um dos primeiros livros que li. Marcou minha infância.
2. Ricardo III, do Shakespeare. Uma leitura imperdível
3. O jardineiro fiel, do John Le Carre
4. Contos e Lendas dos Irmãos Grimm. Uma coleção dos anos 60 que ganhei de presente de uma tia e que traz os contos clássicos tal como foram escritos originalmente. Ou seja, não tinham nada de contos de fadas.
5. Antologia Poética, do Vinicius de Moraes.
6. Triste fim de Policarpo Quaresma, do Lima Barreto
7. Eichmann em Jerusalém, da Hannah Arendt.

Sete lugares favoritos:
1. A minha casa
2. Paraty
3. Buenos Aires
4. Amsterdam
5. Oxford
6. Porto de Galinhas
7. Cusco

Secret Agent Bean May 15, 2007

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Secret Agent (aka Danger Man) foi uma série de TV de sucesso primeiro na Inglaterra e depois nos Estados Unidos nos anos 60. Pegava carona na trilha aberta pelos livros – e depois filmes - do 007. Não sei se a série chegou a ser exibida no Brasil. Em todo caso, é um dos exemplos em que o tema de abertura se eternizou mais do que a série mesmo. A música “Secret Agent Men”, cantada por um Johnny Rivers em início de carreira, se tornou um êxito instantâneo e até hoje sempre que é tocada não deixa ninguém parado. No YouTube há um clip uma apresentação do Johnny Rivers em 1966 na qual é possível sentir a força da música, os detalhes característicos da voz de Rivers (incluindo sua correta afinação) e o melhor: o pai do Mr. Bean dançando no final do clip (prestem atenção no sujeito meio desengonçado de terno preto no fundo do lado direito do Johnny Rivers – quando faltan uns 40 segundos para terminar o vídeo).

John Legend May 11, 2007

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John Legend é uma das novas revelações do R&B americano. Já ganhou cinco vezes o Grammy e tem uma legião de fãs que vai crescendo cada vez mais. Seu primeiro álbum, Get Lifted, foi co-produzido pelos rappers Kanye West e Snoopy Dog. Seu segundo álbum, “Once Again”, lançado em 2006, é muito bom, do tipo em que todas as músicas são boas. O clipe de uma das faixas, “P.D.A. (We Just Don’t Care)”, foi filmado no Rio de Janeiro, felizmente longe das paisagens típicas das praias (mostra a Lapa e Santa Teresa), e é protagonizado por Alexandre Rodrigues e Alice Braga, dos atores-chave do filme Cidade de Deus. Então, fica a recomendação: comprem logo o CD do John Legend. Para dar um gostinho, vejam abaixo o clip de P.D.A.

O próximo papa, por favor… May 9, 2007

Postado por tordesilhas em : Política , 5comentários

Eu sou um católico tardio. Acabei me “convertendo” aos 17 anos, depois de passar a freqüentar um grupo de jovens em uma paróquia perto de casa para acompanhar os amigos. Gostei tanto que virei até coordenador de crisma. Aliás, fiz a primeira comunhão e papa.jpgo crisma ao mesmo tempo, junto a outros jovens, todos “atrasados” com relação aos sacramentos. Logo depois me juntei a um grupo vinculado aos jesuítas, que procurava trazer os exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola para a realidade das pessoas. O legal é que era – e segue sendo – um grupo mais progressista, com uma visão menos bitolada do papel da Igreja no mundo. Acabei me afastando bastante de tudo isso, principalmente depois que me mudei para o Peru. A Igreja aqui me dá nojo, simplesmente, por seu alto grau de conservadorismo, prepotência e distanciamento da realidade de um país pobre, com grande divisão social e um racismo entranhado em cada aspecto da vida cotidiana. Aliás, nada muito diferente do Brasil, para ser honesto. Quando Ratzinger foi eleito para Papa, fiquei mais desanimado ainda. Vi que qualquer possibilidade de a Igreja se sintonizar com a realidade do mundo e dos fiéis ia demorar mais um pouco. A visita de Bento XVI ao Brasil só reforça esta minha percepção. É a primeira vez que ele vai ao país e todo o seu discurso e as mensagens que está passando são de confronto, duras, professorais. Mesmo os poucos sinais de simpatia são passados como prelúdio de uma reprimenda pelos ”maus hábitos” de se insistir em temas como aborto, sexo antes do casamento, pesquisa com células tronco e coisas do tipo. O inquisidor Ratzinger emerge em cada aspecto da personalidade de Bento XVI. O papa não é capaz de pôr o ser humano sobre a ortodoxia; não conseguiu até agora, e suspeito que nem vai conseguir, atuar como um pastor pronto a receber amorosamente a ovelha desgarrada. Afinal, foi ele quem disse que prefere uma Igreja forte, ainda que com menos fiéis. É uma opção, e é isso que ele terá em doses maiores: uma Igreja cada vez mais irrelevante e falando uma língua que a maioria dos fiéis fingem que escutam, mas não praticam. Da minha parte, vou ter de continuar seguindo a minha Igreja pessoal, já que a representada por Roma, ao menos neste momento, não me diz nada de bom, nada de amoroso, nada de realmente cristão.

Jazz clássico May 4, 2007

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jaques_loussier.jpgEu sou um apaixonado por Johann Sebastian Bach. Não sou um especialista no gênio alemão, mas a minha sensibilidade diletante nunca me deixa indiferente a obras primas como os Concertos de Brandenburgo, as Variações Goldberg ou a Paixão Segundo São Mateus. Na verdade são tantas obras geniais que é difícil enumerar. Bach também influenciou um sem-número de compositores clássicos, está aí Villa-Lobos, com suas “bachianas”, que não me deixa mentir. Mas também deixou sua marca nos compositores “modernos”. Toda essa minha digressão vem a propósito de um CD que estou escutando todo o dia sem parar aqui no trabalho. É o já clássico “Jacques Loussier Plays Bach”. Para quem não conhece, Jacques Loussier é um famoso pianista e compositor francês que se especializou em fazer uma releitura jazzista das obras de Bach. Ultimamenete ele incorporou ao ser acervo novas interpretações de gênios como Ravel, Debussy, Vivaldi, Chopin, Handel e Mozart. O CD “Jacques Loussier Plays Bach” é muito bom e altamente recomendável. Não dá para não ter na sua CDteca ou no seu Ipod. Só para dar um gostinho do CD deixo abaixo dois exemplos: “Pastorale In C Minor” e “Air On a G String” (também conhecida como Ária na Corda Sol”. Divirtam-se!
Pastorale In C Minor:

Air On a G String: