Emoções do futebol March 29, 2007
Postado por tordesilhas em : Geral , trackbackO que é o futebol. E o que é um craque como o Zico. Não apenas pelo excelente jogador que foi, mas pelo ser humano que é. Está rolando no YouTube (só poderia ser) um vídeo feito em 1980 no qual está o comediante Costinha visitando o estádio da Gávea junto com seu filho Alexandre, então com 10 anos. O garoto queria conhecer o Zico e quando fica frente a frente com o craque começa a tremer de emoção, a chorar e a repetir “Eu vi o Zico! Eu vi o Zico”. Tanto o Galinho de Quintino como o Costinha parece que ficam meio preocupados com a reção inesperada do garoto. É um vídeo realmente emocionante e nos comentários nenhum marmanjo consegue disfarçar a emoção. O próprio Alexandre, hoje com 38 anos e vivendo em Londres, foi lá e deixou o seu depoimento, dizendo como o vídeo o fez se lembrar o pai e que sua esposa e filha também choraram muito vendo aquele moleque se emocionando na frente do craque. Segundo o Globo Esporte o próprio quer reecontrá-lo. O vídeo está aí embaixo.

Comments»
Muito emocionante mesmo. E nem precisa torcer pelo Flamengo pra achar. O menino fica catatônico, hehehe. Só o que enche o saco é esse careca mala que fica falando do lado.
Eu sou um bebê chorão quando se trata da paixão do brasileiro pelo futebol. Naquele filme do Cao Hamburger, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, tem as imagens do pessoal torcendo pelo Brasil na Copa de 70 (mesmo os comunistas que achavam que a vitória iria fortalecer o regime), e tem de tudo lá, até aqueles judeus ortodoxos pulando de alegria. Aquilo me deu um nó na garganta tão grande…
Esse video é lindo! E o Zico é uma unanimidade entre os jogadores.
Apesar de nao entender e nem gostar muito de futebol, um dos episodios mais emocionantes que vivi na vida foi no Maracana.
Era um jogo do Brasil contra a Argenina, no qual a gente perdeu de 3 x 0 aliás, e o estádio estava lotado, claro. De repente, todo o mundo comecou a cantar junto o Hino Nacional, e, putz, é bonito, fala sério. Dá nó na garganta quando o contexto é de jogo.
Daí, entra o Romário…
E o Maracana inteiro, bem umas 80 mil pessoas, comceram a gritar por uns bem cinco minutos, o nome do baixinho: “Romário! Romário! Romário!”. Foi impressionante.
Ele parou no meio do campo, com os dois bracos levantados e o povo delirou!
Nunca me esqueci disso e fiquei pensando que essa adoracao deve mesmo ser melhor que cachaca. Aí, deu pra entender por que o baixinho é tao marrento!
Vixe, gente, eu tenho trauma com futebol, depois de ser casada 15 anos com um torcedor, dos que assiste jogo todo domingo, o assunto me dá até arreios, prefiro fazer de conta que não existe. O que aqui, nos EUA, é moleza
Renatão, obrigadíssima pelo seu comentarios no post sobre o rabino, foi tão bom, tão necessário que inclui no corpo do post, se você não se importa.
Beijos!
afe… não é “arreios”, é “arrepios” hehehehe…
Renato, é por momentos como este que dá pra ver porque o futebol é uma paixão popular.
E o Galinho mandava bem, dentro e fora do campo.
Pois é, esse momento que a Vanessa descreve tambem ficou marcado na minha memória. Uma visao absolutamente inesquecível chegar a boca da entrada das arquibancadas e ver o Maracana iluminado e lotado… Arrepiante…
Marcus, queria ver esse filme do Cao Hamburguer. Parece que é muito bom mesmo. Vou ver se o compro numa próxima viagem ao Brasil.
Agora, Denise, ser casada 15 anos com um tordecdor fanático nao deve ser mole mesmo…rsrsrs
É isso, aí Serbao. O Galinha mandava - e continua mandando - muito bem. Tive a sorte de virar torcedor do Flamengo no comeco dos anos 80, quando o time estava no auge… Uma alegria indescritível e que infelizmente nunca mais se repetiu…