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A força da calúnia May 5, 2006

Postado por tordesilhas em : Geral , 4comentários

“Os ataques que sofremos Eliane, Helena e eu talvez sejam os mais graves, mas não são os primeiros que o sr. Mainardi lançou recentemente contra jornalistas. Nos últimos meses, semana sim, semana não, pelo menos duas dúzias deles, foram vítimas de investidas absolutamente desrespeitosas, carregadas de insinuações capciosas contra suas atividades e carreiras. Mas como ninguém deu pelota para os arreganhos do rapaz – nem os jornalistas, que simplesmente não o levam a sério, nem os leitores da “Veja”, que já se cansaram de ver um anão de jardim querendo passar-se por um gigante da crônica política –, o sr. Mainardi decidiu aumentar o calibre de seus ataques. E partiu para a difamação pura e simples.”

Este é um trecho do post que o jornalista e comentarista político Franklyn Martins escreveu em seu blog respondendo às difamações publicadas pelo colunista Diogo Mainardi na Veja de 19 de abril. Mainiardi havia acusado a Franklin e também as jornalistas Helena Chagas, do Globo, e Eliane Cantanhede, da Folha, de terem relações espúrias com o poder. Evidentemente Mainairdi não prova nada do que diz e usa de calúnia pura e simples para jogar a m… no ventilador e ver para onde se espalha. O texto completo da resposta de Franklin Martins está aqui.

Hoje foi anunciado que a Globo resolveu não renovar o contrato com Franklin Martins.

Uma palavra vale mais… May 5, 2006

Postado por tordesilhas em : Geral , 4comentários

A foto abaixo está, com grande destaque, na capa do Globo de hoje. É inegável o senso de oportunidade do editor. Nao pude deixar de rir e pensar que se eu fosse o editor também nao teria deixado passar esta chance. A assessoria do Lula deve estar arracando os cabelos….

 

A Mulher Loura e as lendas urbanas… May 5, 2006

Postado por tordesilhas em : Geral , 12comentários

Eu tenho fascinação por lendas urbanas. A mais famosa da minha infância era a da “mulher-loura”. Diziam que uma tal “mulher-loura” vivia zanzando pelos banheiros das escolas. Quando alguma criança precisava sair da sala de aula sozinha para ir ao banheiro corria o risco de se deparar com a tal mulher e desaparecer para sempre. Era o horror psicológico a serviço da pedagogia: “não atrapalhe a aula saindo para ir ao banheiro, senão…”

Uma variante da lenda dizia que a tal mulher-loura tinha algodões no nariz e nas orelhas e que quando alguém tentava retirá-los saia sangue pelos respectivos orifícios. Supostamente ela morrera por falta de socorro após ter sido atropelada. Ela tinha um filho que também havia morrido no banheiro de uma escola após ter sido trancado por um dia inteiro. Agora voltava para vingar-se e só poderia descansar após ter matado sete crianças. O site Recife Assombrado traz, inclusive, a reprodução de uma reportagem publicada no Diário de Pernambuco, em 1978, dando conta do pânico causado em escolas do Rio de Janeiro pela aparição da tal “mulher do algodão”.

Eu me lembro de que o jornal O Dia, do Rio, tinha uma coluna chamada “Incrível, Fantástico, Extraordinário” que eu devorava. Era um repositório de lendas urbanas e histórias sobrenaturais que faria a delícia dos roteiristas de Além da Imaginação, outro programa, alías, do qual sou fã até hoje.

Também adorava quando eu e a molecada da rua nos juntávamos à noite e sempre tinha um adulto para contar histórias sobrenaturais e lendas urbanas. O jogo ali era ver quem ficava o tempo todo ouvindo as histórias sem sair correndo apavorado para a barra da saia da mãe. Era melhor ter pesadelo à noite do que ficar tachado de “mulherzinha, filhinho da mamãe.” Depois de um tempo eu já conhecia todo o estoque de histórias inexplicáveis.

Abaixo reproduzo uma que é um clássico. Fala da “Mulher na Estrada”. Quem nunca ouviu essa ou não conhece alguém que conhece alguém que conhece a pessoa que estava envolvida no incidente? Um site que cuida do tema é o Urban legends Archive. Não deixem de visitar também o Recife Assombrado, que traz uma coleção de histórias inexplicáveis, algumas passadas especificamente no nordeste.

Mulher da Estrada

O que dizer dessa história? Atire a primeira pedra aquele que nunca ouviu essa lenda! É clássica.

“A lenda conta que, em uma noite de nevoeiro em uma estrada de serras e curvas muito fechadas, um carro que passava pelo local deu socorro a uma mulher muito bonita que se encontrava à beira da estrada.

Pararam o carro e perguntaram á mulher o que estava acontecendo, e ela respondeu que o seu carro, onde estava ela o marido e seu filhinho, caiu na ribanceira e precisava de socorro.

Imediatamente as pessoas que estavam no carro que deu socorro desceram a ribanceira e chegando ao carro, o que eles viram? Adivinharam, era um homem e uma mulher mortos e um bebê ferido precisando urgentemente de socorro. Lógico que o corpo da mulher morta no carro era o mesmo da mulher que pedira socorro na estrada.

O espírito da mulher tinha ido à estrada pedir socorro para o seu filhinho que estava para morrer.”