Cada louco com a sua mania… December 5, 2005
Postado por tordesilhas em : Geral , 3comentáriosA Igreja da Cientologia continua com suas manias esquisitas. Um canal de TV do Novo México transmitiu uns dias atrás uma reportagem mostrando uns estranhos círculos desenhados nas áreias do deserto e que podem ser vistos desde o espaço. Logo se descobriu que os estranhos sinais foram feitos pela Ingreja da Cientologia e aparentemente marcam o local onde estão enterrados, em túneis que podem resistir a um ataque nuclear, os textos e palavras sagrados do fundados da Igreja, o escritor de ficcção científica L. Ron Hubbard.
Os círculos cruzados com um diamante dentro de cada um pintados nas areias do deserto do Novo México aparentemente representam o símbo da “Igreja da Tecnologia Espiritual (Church of Spiritual Technology), um braço corporativo da Cientologia. Aparentemente, segundo reportagem do Washington Post, que contou a história, líderes da Igreja tentaram convencer os donos da emisora a não veicular a reportagem, em troca de uma visita guiada aos túneis subterrâneos.
Antigos membros da Igreja acreditam também que o símbolo foi desenhado para ser visto desde o espaço com o objetivo de atender a uma das crenças do grupo religioso. Eles crêem que vão reencarnar em algum lugar do espaço de onde voltarão para a Terra. Assim, necessitam de um ponto de referência visível desde o espaço para que possam saber rapidamente onde estão os escritos do seu fundador.
Além deste, aparentemente há mais dois locais na Califórnia onde estão guardados os registros originais de L. Ron Hubbard. O complexo do Novo México é mantido à base de energia solar e os escritos estão gravados em placas de aço inoxidável e guardados em caixas de titânio resistentes ao calor. A brincadeira custou 2,5 milhões de dólares.
A reportagem do Washington Post aproveita para dar uma sacaneada (numa tradução livre):
“Outras religiões preservam seus textos sagrados. Nada de estranho. Os líderes da Cientologia aparentemente apenas não querem se perder deles, e talvez esta seja a razão porque alguém pôs os círculos gigantes no meio do nada. Porque não tem nada pior do que chegar do espaço profundo e não saber onde estacionar.”
A reportagem completa do Washington Post está aqui.
